Espero que seja, de alguma maneira, construtivo!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Alguns itens que chamaram a atenção

Olá! Andei lendo alguns livros e alguns extratos chamaram-me a atenção, e resolvi compartilhar...

"A coloração ideológica é menos importante que o sofrimento humano que ela causa em nome de um culto à personalidade ou de metas e benefícios gerais que se revelam ilusórios". (Deu no New York Times - Larry Rohter)

 Neste mesmo livro encontrei o conceito de duplipensar, criado por George Orwell, que seria o poder de manter duas crenças contraditórias na mente ao mesmo tempo. O autor do livro cita que os brasileiros são craques nessa arte, dizendo que somos ao mesmo tempo ufanistas sobre o Brasil, e os mais implacáveis críticos do mesmo.


"Viver no mundo sem tomar consciência do significado do mundo é como vagar por uma imensa biblioteca sem tocar nos livros" Ensinamentos secretos de todos os tempos


Gostaria de citar ainda que estou lendo "O mundo de Sofia", e estou no início, e pelo início indico o livro, pois parece ser muito bom, além do autor criar um certo tipo de mistério, ele ensina filosofia, é claro!


É, seria isso por hoje..
Até mais e espero comentários e sugestões


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Sem assunto..

É tão triste procurar um assunto para escrever, saber que existem tantos que você gostaria de falar, e não escrever sobre nenhum porque a tarde está vazia e parada, sem estimulo nenhum para inspiração. Li alguns textos a procura de uma luz para que a inspiração tão necessária surja, mas isso não me ajudou em absolutamente nada. Que fique claro que não estou desmerecendo os textos que li, pois esses eram interessantes. Se algum leitor tiver alguma sugestão de assunto a ser discutido, por favor, quem sabe este seja um caminho para inspiração!

Até a próxima postagem (isso pode ser considerado uma?)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dica de Leitura

Depois de mil anos sem postar, cá estou eu, para uma dica de leitura!

O Leitor - Bernhard Schilink
     É uma leitura envolvente, que se faz rapidamente, pela curiosidade que causa no leitor.
    A história se passa na Alemanha, e narra o relacionamento de Michael Berg, um menino de 15 anos, com Hanna Schimitz, uma mulher vinte anos mais velha que ele. Os encontros entre eles são marcados por um ritual: primeiro tomam banho juntos, ele lê livro para ela, e depois fazem amor. Mas Berg, nunca chega a saber muito sobre sua amante, e certo dia ela resolve sumir, e ele acha que nunca mais irá encontrá-la. Segue sua vida, e começa a estudar Direito. Encontra Hanna em um julgamento, onde ela é uma das acusadas, por diversas mortes em um campo de concentração nazista. Então Michael ligando alguns fatos percebe que Hanna guarda um segredo (lógico que não vou contar aqui qual é) que considera mais vergonhoso que um homícidio.
     Um dos trechos que mais me chamou atenção no livro: ''Por quê? Será porque aquilo que foi belo se torna frágil para nós em retrospectiva, por esconder verdades sombrias? Por que a lembrança de anos felizes de casamento se estraga quando se revela que o outro tinha um amante durante todos aqueles anos? Será porque não se pode ser feliz em tal situação? Mas a pessoa era feliz! Às vezes a lembrança não é fiel à felicidade quando o fim foi doloroso. Será porque a felicidade só vale quando permanece para sempre? Será porque só pode terminar dolorosamente o que foi doloroso de modo inconsciente e invisível? Mas o que é uma dor inconsciente e invisível?
  
Fica a dica!



OBS: Este romance deu origem ao filme estrelado por Kate Winslet e Ralph Fiennes!

G.B.A

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Educação no Brasil: excesso de falta!

   A educação é uma das peças mais relevantes para o desenvolvimento de um país, não apenas no âmbito social, no econômico também. O Brasil neste contexto, mesmo estando com sua economia ascensão, deixa a desejar.
   Há uma negligência, tanto de políticos como da população, em analisar e recorrer a sistemas educacionais realmente de qualidade. Existem vagas tentativas de melhorias, mas estas, como o sistema de cotas para colégios públicos, servem apenas para camuflar um sistema precário que gera reflexos na sociedade como um todo.
   Se analisarmos o nível de escolaridade da população que vive em países desenvolvidos, perceberemos que os níveis de analfabetismo são pouco notórios. Já o Brasil possui um dos piores índices do mundo.
   A estrutura física da maioria das escolas públicas do país está em pedidos de socorro, isto também não deixa de mostrar a estrutura como um todo. Os governantes nunca investiram devidamente nisto e maior parte da população não se preocupa em fiscalizar as verbas destinadas para tal.
   Os alunos em geral estão demonstrando cada vez menos interesse, e os professores que são mal remunerados estão desmotivados e despreocupados com as consequências que tudo isto pode trazer para a geração futura.
   Será que já não está na hora de perceber que o caminho mais provável para resolvermos grande parte dos problemas sociais do nosso país é investir em educação?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quem sou eu na sociedade e na cultura?

Proposta de meu professor de filosofia, fiz e vou publicar aqui!

Quem sou eu na sociedade e na cultura?
Antes de definir quem sou eu na sociedade e na cultura, é preciso dar uma acepção à estas palavras.
Inicialmente para se ter uma vida social respeitável, é necessário estar convicto de que nela sempre irão existir leis a serem cumpridas e diferenças a serem aceitas, como o acervo de culturas - conjunto de padrões de comportamento e de outros valores morais ou materiais.
Posso considerar-me uma pessoa sociável, pois busco conhecimento cultural, vindo de diferentes pessoas e lugares, e também procuro respeitar os costumes e opiniões alheias. Porém muitas vezes busco questionar o senso comum, que é simplesmente aceito em grande quantidade por mentes às vezes alienadas.
Como vivemos em uma sociedade teoricamente democrática estou ciente que de acordo com o o significado da palavra democracia tenho o dever de fazer com que não existam distinções ou privilégios de classes hereditários ou arbitrários, como existem hoje, e que tenho o direito de exigir minha liberdade de expressão em quaisquer circunstâncias.
G.B.A

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O Tempo

"O TEMPO"

Nossas vidas são contadas pelo tempo, mas sempre obtemos apenas alusões sobre, pois uma acepção exata é difícil encontrar. Einstein faz com que nossas dúvidas sobre esse termo assaz confuso aumentem, quando diz que o tempo e o espaço não existem como entidades separadas: quando estamos em situações extremas (velocidades próximas à da luz) o tempo passa mais lentamente. A Teoria da Relatividade diz que um gêmeo pode envelhecer mais devagar que seu irmão: basta fazer uma longa viagem a alta velocidade. Quando voltar, seu irmão estará velho - como estaria o viajante se tivesse ficado na Terra.
Porém dei essas definições para introduzir um questionamento fora da Teoria da relatividade, ou apenas um texto ''romântico'' sobre o tempo, sem muitos dados científicos.
O tempo não existe de forma palpável, como a matéria, o tempo é algo que precisamos poupar, que precisamos aprender a lidar com ele, e que possuímos um objeto cheio de números e ponteiros para marcá-lo, e um calendário para marcarmos os maiores tempos.
Quando estamos passando por momentos bons, apreciáveis, ou quando precisamos de tempo, não possuímos, ou seja, não percebemos que ele passa tão rápido, mas quando estamos com um desejo veemente de que ele passe rapidamente, isso não ocorre, talvez pela nossa ansiedade de exaurir aquele momento de fadiga.
O tempo nos faz aprender, nos faz ser mais intrépidos, faz com que cada minuto seja uma importante decisão em nossas vidas. Com o tempo, podemos conhecer as pessoas, e descobrir como elas são, e se realmente vale a pena passar o resto do tempo que obtemos em vida com elas. É assim que lidamos com o nosso tempo não-científico. Para tudo tem seu tempo!
O tempo pode ser malévolo, perverso com você, então aproveite ele da melhor maneira possível, já que não podemos economizá-lo viajando à velocidade da luz. Esse é o nosso tempo. Uma hora, duas horas, três horas, quatro... um dia, uma semana, um mês, um ano, e logo vem outro, fazendo com que nosso natal torne-se cada vez mais rotineiro e sem o clima pueril de outros tempos, pode ser pela rotina, mas quem vai dizer que é ou não?
E aqui fica uma poesia de Mário Quintana:
AH! OS RELÓGIOS

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.

E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...

Mario Quintana - A Cor do Invisível


E você, o que acha?

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Interessante!

Na leitura do livro: América - A história e as contradições do Império - de Voltaire Schilling, encontra-se este pequeno trecho de acepção interessante para mim:

" Na filosofia de Rousseau, a natureza oferecia um bálsamo para que pudéssemos exorcizar a vida hipócrita que éramos constrangidos a manter em sociedade, era um momento de reencontro do ser humano com as fontes primitivas e bondosas que todo homem e toda mulher trazem dentro de si, mas que são obrigados a esconder no convívio cínico, hipócrita e teatral que lhes é imposto do convívio social em geral".

É verossímil que a maioria dos seres humanos que aqui habitam estejam constrangidos com a vida hipócrita que se leva em sociedade.